O que foi o início de tudo isso? Quando foi que o destino começou a ditar as regras? Talvez seja impossível alcançar a resposta agora, nas profundezas do fluxo do tempo... Mas certamente, que no passado, nós amamos tanto, também odiamos muito, nós ferimos os outros e ferimos a nós mesmos... Mesmo que ainda corrêssemos como o vento, enquanto nossa alegria ecoasse, sob o céu azul do oceano.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Vento
As vezes esqueço da sua mudança repentina
Desse seu jeito unico de variar, de ser
As vezes estranho, outras, me pergunto
Se erro ou cometo pecados, torno a escrever:
Não a controlo,
Pois é como o vento
Ora sinto, ora penso
Não por mal, por consenso
Por fim esqueço, me contento
Encaro a porta e adentro
No teu mundo violento
E mil rimas invento,
Sem pudor, ostento
A luxúria das palavras como monumento...
Não me apegarei a elas, sem ressentimentos
Com atitudes quero mostrar o fragmento,
Deste meu amor, por merecimento.
Meu coração ainda clama atento,
Por um pouco desse vento...
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